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domingo, 26 de julho de 2020

Ministro que liberou Queiroz já havia negado o mesmo direito a outros 700 presos


O ministro João Otávio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu prisão domiciliar a Fabricio Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), rejeitou 96,5% (700) de 725 pedidos que chegaram à Corte em razão da pandemia do coronavírus.

Recordando...

No último dia 9, Noronha autorizou a transferência de Queiroz do complexo penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro, para prisão domiciliar. Argumentou que o ex-assessor parlamentar faz tratamento contra um câncer e, por isso,
 teria mais chances de contrair o coronavírus na cadeia.

Além disso, em decisão inusitada, o magistrado também determinou que a mulher de Queiroz, Márcia Aguiar, que estava foragida, também cumprisse prisão domiciliar, para cuidar do marido.

Clique aqui e veja o ótimo trabalho feito pela jornalista  Rosanne D'Agostino.

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