quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Esquecendo de cuidar do próprio quintal

A presidenta Dilma está inconformada com a espionagem feita pelos Estados Unidos em assuntos ligados ao seu governo. Ela tem razões para isso. Não há justificativa plausível para um país vasculhar a vida da nossa chefe de estado ou as condutas comerciais da Petrobras. 

Entretanto, neste último caso (Petrobras), faltou um pouco de coerência à nossa presidenta. Essa "bisbilhotagem" não é nada democrática e, com certeza, tem finalidade comercial. Deve ser reprimida e até gerar uma indenização ao Brasil. O problema, contudo, é que a presidenta, em vez de se preocupar somente com o que os EUA querem saber a respeito da Petrobras, deveria tratar de vigiar os dirigentes e empregados da própria empresa. 

Isso mesmo! A Revista Época trouxe à tona um esquema de cobrança de propina na estatal que estaria beneficiando políticos do "santo" PMDB, aliado já histórico do PT de Dilma. De acordo com um ex-funcionário da empresa, todos os empresários com contratos na área internacional a partir de 2008 tinham de pagar um pedágio que era repassado ao PMDB, sobretudo à bancada mineira do partido na Câmara, responsável pela indicação do ex-diretor internacional da Petrobras Jorge Zelada, que deixou o cargo em julho do ano passado.

Leia mais sobre mais esse caso de corrupção, clicando aqui.

Um comentário:

Aristeu disse...

petROUBÁS - A maior empresa do Brasil.