sábado, 9 de março de 2013

Poder bandido

     Aqueles que exercem o poder público, como o próprio nome diz, deveriam agir em nome da sociedade. Não no interesse próprio. Infelizmente, a realidade não corresponde aos nossos anseios ou à teoria. 
     Ao chegar ao poder, o governante leva consigo pessoas dos mais variados níveis éticos. Se a gestão será boa ou ruim para o povo, isso depende de quais dessas pessoas "darão as cartas" no governo. Quais terão mais força na teia do poder? Os honestos? Ou os bandidos? 
     É comum encontrarmos nos governos pessoas que querem se enriquecer rápida e ilicitamente. Não é raro vermos indivíduos valerem-se do poder para alavancar seus  negócios privados ou, no mínimo, para pagar dívidas particulares ou de suas empresas. Ainda, é fácil encontrar na teia do poder pessoas que se valem de seus cargos para se aperfeiçoarem na prática de atos ilegais, normalmente iniciada, com a omissão de muitos, em organizações menores, como, por exemplo, entidades sem fins lucrativos e diretórios acadêmicos de faculdades. 
     É certo: não se pode generalizar. Mas, não tenham dúvida, encontrar pessoas de caráter em cargos políticos está cada vez mais difícil. Essa situação se repete em todos os níveis de governo. Logo, a  regra, infelizmente, também vale - e como vale - para Araguari.

Um comentário:

Edilvo Mota disse...

Infelizmente, não há reparos a fazer no texto.