segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Risco de epidemia de dengue em Araguari

Todos os bairros de Araguari estão com índice acima
do recomendado (Foto: Arquivo do portal G1)
Reportagem do portal G1 - Triângulo Mineiro (clique aqui para ler) informa que  Araguari está em alerta por causa dos dados do último índice de infestação da dengue divulgado, de 5,5%. Segundo o Levantamento de Índice Rápido de Infestação para Aedes aegypti  (LIRAa) de 2012, divulgado hoje, constatou-se que todos os bairros estão com índices de infestação bem acima do recomendado pelo Ministério da Saúde, que é de até 1%. O Ministério aponta ainda que a cidade corre o risco de epidemia.

Segundo levantamento feito pelo Departamento de Zoonoses, a predominância de criadouros continua sendo no lixo e em materiais mantidos de forma inadequada ou abandonados nos quintais das residências. Ainda de acordo com o levantamento, 92% dos criadouros foram encontrados nas casas.  
Vejam os índices de infestação nos bairros da cidade:
Bairrosìndice de InfestaçãoDepósitos Predominante
Alan Kardec, Goiás, Goiás Parte Alta, Independência, São João, São Judas, São Sebastião e Vieno.6,6%Pneus, tambores,  e toneis em geral.
Miranda, Jóquei Clube, Alvorada, Paraíso, Interlagos, Sibipiruna, Santiago e Jardim Panorama.6,5%Vasos de plantas, pratinhos, bebedouros de animais, frascos com água, pneus, recipientes de plásticos, latas e lixos em geral deixados nos quintais.
Amorim, Bosque, Jardim Milenium e Novo Horizonte.5,4%Recipientes de plásticos, latas e  lixos  em geral, pneus, tambores e  toneis em geral.
Gutierrez, Madri, Mª Eugênia, Brasília, N.S.Fátima, Santa Helena, Fátima I, Fátima II, Monte Moriá.4,9%Recipientes de plásticos, latas e lixos em geral, depósitos fixos: calhas, lajes, ralos, sanitários em desuso, vasos de plantas, bebedouros de animais, frascos com água.
Aeroporto, Centro, Industrial e Rosário.4,1 %Recipientes de plásticos, latas e lixos, tambores,  toneis em geral, vasos de plantas, bebedouros de animais, frascos com água.

Pitaco do Blog
Diversos fatores contribuem para o quadro alarmante pintado nessa reportagem do G1. Creio que a principal causa resida na falta de planejamento e de adoção de medidas tempestivas no combate à dengue. Parece-me ser esse o caso de Araguari. Senão vejamos.
Foi pactuado com o Ministério da Saúde que o município de Araguari cumpriria 6 (seis) ciclos de visitas domiciliares anualmente. Cada ciclo equivale a uma visita domiciliar realizada pelo agente de endemias, que é responsável por uma comunidade de 800 a 1200 imóveis. O agente tem a atribuição de remover possíveis criadouros e focos do vetor da dengue (com o uso de larvicidas). Cada agente realiza uma média de 20 visitas domiciliares/dia. O espaço entre as visitas deveria ser de 40 dias úteis.
Ocorre que, segundo fomos informados, no meio do mês dezembro do ano passado, os agentes de endemias  ainda estavam  realizando o 4º ciclo. Em outras palavras, tivemos uma defasagem de 2 (dois) ciclos no ano passado, fato que nunca tinha ocorrido em Araguari.
Conforme informações recebidas pelo blog, várias seriam as causas do não cumprimento do número de visitas domiciliares. A primeira delas residiria na inadequação da jornada de trabalho. Segundo pessoas envolvidas no combate à dengue, a produtividade reduziu-se com a adoção da jornada de 8 horas diárias de trabalho. Antes, na jornada de 6 horas, os agentes não perdiam tempo com deslocamentos no intervalo do almoço, permanecendo todo tempo na localidade visitada. Tem-se aqui, no mínimo, um problema de gestão aparentemente mal resolvido pela Secretaria de Saúde.
A segunda causa seria a existência de vários  servidores desviados ou afastados da função. Isso desfalcaria as equipes. Recebemos a informação de que uma pessoa contratada para atuar no campo que, por ser "apadrinhada", encontra-se trabalhando como motorista. Em outras palavras, para se atender a interesses políticos, a atividade-fim está sendo prejudicada. 
A terceira causa, também ligada às falhas de gestão, decorre também do famigerado "apadrinhamento". Fomos informados de que todos os 57 contratados seriam "apadrinhados" de algum político. Ainda conforme a fonte, os maiores "padrinhos" seriam  o vereador Tibázinho, os secretários Levi Siqueira e Eunice Mendes, bem como o próprio prefeito. Consta que esses contratados, quando chamados a atenção (por mais branda que seja a advertência verbal), costumam ligar para os seus "padrinhos", afirmando, diante de seu supervisor, que "têm as costas quentes".
É claro que existem outros fatores que produziram esse risco de epidemia. Entretanto, é inegável que as causas apontadas tiveram grande contribuição no quadro atual. A propósito, essas falhas não são novas. Vêm sendo mencionadas em diversos comentários feitos por leitores do blog que atuam no combate à dengue. Registre-se, ainda, que as informações trazidas neste pitaco foram por mim recebidas ainda no mês de dezembro do ano passado. Vale dizer: as pessoas ouvidas pelo blog já temiam a ocorrência de epidemia de dengue por causa do não cumprimento dos ciclos de visitas domiciliares. Se elas acertaram ao prever o risco de epidemia de dengue, por que estariam erradas ao apontar as causas do problema? Com a palavra a Secretaria de Saúde.

23 comentários:

Edilvo Mota disse...

Vergonha é uma palavra que resume meu sentimento de indignação com a baderna instalada na Saúde Pública de Araguari.

Carta aberta ignorada, truculência, fisiologismo, corrupção, tergiversação, amadorismo, etc, etc, permeiam o setor mais sensível de qualquer administração pública.

Gestão de saúde não é assunto para amadores. Tampouco para gente despreparada para o debate, para o dissenso e sem o devido quociente emocional que o(s) cargo(s) requer(em).

Edilvo Mota
Cidadão do mundo
Sem nenhum interesse de ocupar cargo público, neste ou noutro governo futuro.
Minha contribuição à saúde de Araguari foi dada.

Edilvo Mota disse...

Vergonha é uma palavra que resume meu sentimento de indignação com a baderna instalada na Saúde Pública de Araguari.

Carta aberta ignorada, truculência, fisiologismo, corrupção, tergiversação, amadorismo, etc, etc, permeiam o setor mais sensível de qualquer administração pública.

Gestão de saúde não é assunto para amadores. Tampouco para gente despreparada para o debate, para o dissenso e sem o devido quociente emocional que o(s) cargo(s) requer(em).

Edilvo Mota
Cidadão do mundo
Sem nenhum interesse de ocupar cargo público, neste ou noutro governo futuro.
Minha contribuição à saúde de Araguari foi dada.

Anônimo disse...

Índice de 5,5% onde o aceitável pelo Ministério da Saúde é de 1%. Apenas 50% dos ciclos do combate ao vetor foram concluídos em 2011. Precisa falar mais o quê?

Anônimo disse...

Precisa falar que o índice alto como esse (5,5%), caso circule o tipo viral 4 na cidade, vai ser um caos.

Anônimo disse...

Novo Modelo de Infestação.

Araguari a beira de um caos.

E não é culpa dos agentes sanitarios concursados não, mas sim do novo modelo que encheu a dengue de carguinhos de confiança (carguinhos de incompetencia ), autoritarismo aliada a falta de conhecimento e incompetencia , o resultado não poderia ser outro.

Antônia Arruda disse...

No momento estou de licença do meu cargo de combate a endemias, traballhei por 9 anos neste setor e tenho orgulho em dizer que sei muito tanto tecnicamente, como com experiência e politicamente, lutei muito durante os anos que aí estive meus colegas que muitos se tornaram grandes amigos sabem do respeito que sempre tive por este trabalho acredito que seja este o alicerce da saúde pública o trabalho de prevenção deve vir muitos antes que se faça necessário o controle, infelizmente desde agosto de 2006 venho tentando convencer a todos de que a carga horária de um serviço como este realizado na rua em vários pontos da cidade com deslocamento demorado necessita ser realizado de forma initerrupta, pois quem trabalha na prática sabe que é totalmente inviável o deslocamento onde se perde horas de trabalho por dia sendo que de forma initerrupta o trabalhador fica o tempo todo em campo o deslocamento cai de 4 para 2 por dia isso chega em algumas localidades uma diferença de até dua horas de trabalho a mais.
No entanto por questões de orgulho para não admitirem seus erros no passado e assumir que nós os funcionários sempre estivemos certos preferem agora com este alarmante indice inchar todas até tres agentes por zoneamento para ver se consegue dar conta do trabalho que talvez 70% deste número atual de servidores conseguiam no sistema de trabalho initerrupto, ou seja mais gastos aos cofres públicos quando na verdade tudo poderia ser resolvido apenas com humildade e eficiência em reconhecer o melhor para o trabalho. No ano de 2006 convercemos o entâo secretário de saúde e secretária de administração a respeito da carga horária e nosso trabalho foi adequado da melhor forma possível, agora nesta administração esgotamos todos os nossos argumentos e o que conseguimos foram apenas perseguições com alguns agentes para que fossem exemplo para os demais, resultado o que aí está hoje, se não tivemos um ano crítico com dengue aqui em Araguari se deve ao fato de este em quase todo país o virús que permaneceu em circulação foram o mesmo do ano passado eu por ter conhecimento neste setor realmente me preocupo se este ano outros virús entrar em circulação, pois nós que conhecemos o trabalho sabemos que este ano acontece o resultado do trabalho do ano anterior o que aconteceu em 2010 foi resultado do que foi feito em 2009 e o que aconteceu em 20011 foi resultado de 2010 e o que esa acontecendo em 2012 é resultado do trabalho de 2011.
ESPERO QUE MAIS UMA VEZ NÃO DIGAM QUE A CULPA É DO FUNCIONÁRIO COMO SEMPRE FAZEM SE DA CERTO SÃO OS POLITIQUEIROS AGORA SE TUDO DÁ ERRDO A CULPA É DO AGENTE.

Anônimo disse...

Esse inchaço de funcionários na dengue está muito mais afinado com o interesse político -já que estamos em ano eleitoral - Basta analisar o seguinte: muitos funcionários estão ingressando no serviço mas estão sem condições de serem produtivos, ficando obrigatoriamente parados aguardando horário apenas. Pois não houve por parte da administração um planejamento para receber essa demanda de funcionários, assim muitos deles não possuem todo o material necessário para trabalharem e nem equipamento de EPI. Já se vê claramente o desperdicio de verbas, já que muitos estão ociosos.

Outro fato interessante é que a administração passou três anos contratando de forma tímida, apenas no último ano de governo resolveu contratar em número elevado, até mesmo excedendo na contratação. Por que só no último ano da administração resolveram elevar no numero de contratações?

Dilson Martins disse...

A nossa Promotoria pública poderia agir um pouquinho. Ou, estão esperando mortes e mais mortes para questionar e/ou investigar nossa prefeitura, em particular, fatos ocorridos na Secretaria de Saúde.

Mirian Lima; processo de mais de 1100 páginas; irregularidades; servidora denunciante isolada...

CLI TFD; engavetamento de processo, infratores aliviados; "laranjas"...

Desvios; troca troca de secretários; pronto socorro prestes a ser demolido; pronto socorro provisório demandando gastos para depois...

E aí, qual autoridade se abilita?

Anônimo disse...

Realmente estão contratando dezenas de servidores em ano eleitoral. Por que quando antes era pedido servidores, o bom pastor Levi recusava-se a contratar, alegando falta de recursos? O pessoal está entrando sem uniforme, sem material de trabalho. Entram apenas com o apadrinhamento. Todos estamos trabalhando vestindo trapos ou roupas próprias, pois nem uniforme nos dão.
As coordenadoras, que dizem ser tão preocupadas, sequer buscaram informações sobre nossa situação no plano de cargos e salários. Claro, afinal elas são riquinhas e por que se preocupariam com a situação de seus subalternos?
Mesmo com esse tanto de gente entrando e com a pressão que as coordenadoras vem colocando sobre os agentes, sem planejamento, isso tudo dará em nada de novo. Nossa resposta será nas urnas em outubro.

Aline Santos disse...

Cara Antônia Arruda,eu como você trabalhei como agente durante 8 anos e meio,e de acordo com sua opinião venho ser solidaria a todos os amigos que ficaram ,hoje não exerço mais o cargo mas acompanho sempre as noticias e noto que nada mudou.Encontro com antigos colegas e todos estão preocupados com a situação da dengue na cidade,sempre fizemos nosso trabalho mas chega um ponto em que é difícil pois as regras mudam continuamente,supervisores experientes são destituídos do cargo por apoiarem uma carga horaria diferenciada a qual trará mais produtividade em consequência um melhor controle da dengue.Nisso se perdeu tempo ensinando aos novos supervisores; presenciei muitos que sequer conheciam o setor ao qual foram destinados e alguns nem sabiam liderar (e isso é fundamental nesse trabalho).As consequências estão aí;mas dar o braço a torcer é difícil não é,eu não consegui minha produtividade caiu muito resolvi sair.Nesse quadro é mais fácil por a culpa no agente como sempre foi feito;e deixar de lado a busca sensata de soluções a responsabilidade da dengue é de todos esse é o slogan,mas nunca é seguido se vai bem reconhecimento zero se vai mal, nossa só pressão.Cadê o dialogo?Cadê o respeito com a população?

Anônimo disse...

As razões para essa infestação alarmante são claras:

A inexperiência e a incompetência dos novos supervisores gerais e coordenadores!
Carga horária desgastante e inadequada para o trabalho dos agentes!
Descaso do poder público que acha que o controle da dengue é ''cabide de empregos'' para apadrinhados, os quais não se comprometem com o trabalho e ainda ganham cargos importantes!

Podem inventar desculpas, mas a verdade é essa!

Anônimo disse...

O que não é concebível em hipótese alguma, é vc contratar por via de processo seletivo alegando urgência, e não fazer nenhum levantamento prévio de todo material necessário para serem distribuídos entre os novos contratados, tornando-os aptos ao trabalho o mais rápido possível. Agora num quadro onde aponta um elevado índice lárvario, a sociedade exposta a contaminação, e deparar com funcionários parados porque não foi fornecido todo o material para que ele possa desenvolver suas atividades é uma vergonha! Não tem ninguém com noção minima de logística?

Anônimo disse...

A troca dos supervisores da dengue foi um fator que verdadeiramente influenciou o que estamos vivendo hoje. Eles sempre lutaram por 6 horas e sempre diziam que 8 horas não era possível em Araguari. Agora acho que está mais que provado que eles estavam certos. Depois que eles foram tirados dos cargos colocaram aqui pessoas que não falam nada por medo de perder “seus” carguinhos. Tém até um supervisor geral contratado que não trabalhou no campo nem um ano e já é supervisor geral; este não sabe nada. As outras duas supervisoras gerais, coitadas, a gente passa as coisas pra elas e elas não sabem o que fazer, temos até que tomar cuidado pois dependendo do que falamos elas colocam a gente como que errados e dizem que foi a coordenação que mandou fazer assim. Precisam de ajuda pra tudo, não fazem nada sozinhas, na verdade não dão conta do serviço. Os supervisores de turma são pau mandados da coordenação e não tem voz ativa pra nada. Depois que os que tinham experiência e sabiam trabalhar foram tirados nenhum dos que estão aqui agora lutou mais por 6 horas, não somos mais defendidos como éramos. E agora como é que fica? Não era eles que estavam errados? Foram tirados dos cargos de maneira estúpida, sem motivo real e agora estamos vivendo uma possível epidemia e não temos praticamente ninguém na supervisão ou coordenação com capacidade, experiência, e que saiba trabalhar e o que fazer e quando fazer como eles sabiam. Será que já não é hora de admitir que erraram quando tiraram eles?

Anônimo disse...

Apenas para esclarecer ao anônimo das 03:54, o supervisor em questão nunca trabalhou no campo, fazia serviço de UBV, ou seja, não tem experiência como agente de campo, não reúne o conhecimento técnico necessário para exercer a função. Como poderia ele chamar a atenção de algum subalterno sem dominar e conhecer o trabalho?
Além do fato que o mesmo vem ocupando um cargo que deveria ser ocupado por funcionário concursado, isto é, de carreira. Isso mostra outra irregularidade que além da técnica já esboçada, a outra que concerne a parte administrativa. E quais os motivos para 3 supervisores gerais? Se para cada 5 equipes é necessário um supervisor geral. Não há validade técnica pra que isso ocorra. Desperdício de recursos para acomodar apadrinhados.

Anônimo disse...

As outras duas funcionárias que estão ocupando cargo na supervisão geral mostra o quanto o serviço está desestruturado. Nunca mostram dedicação ao serviço, sempre morosa e indolente no trabalho. Teve uma que ficou encostada dentro do PA Central justificando que não poderia trabalhar como agente sanitário porque a botina fazia dodói no seu pezinho. Olha que coisa linda! Mas agora banca de supervisora geral calçada com botina. Quanta incoerência! E funcionários que sempre estiveram trabalhando no campo, já com muita experiência e conhecimento não são lembrados. Ainda querem falar que o serviço está sendo levado a sério! Apenas 50% do trabalho foi entregue em 2011 e um índice de 5,5% do vetor. Isso que é melhoria? Pra mim é pouca vergonha!

Anônimo disse...

Fizeram uma reunião para tratar sobre as ações do LIRAa, depois de muita conversa chegaram numa decisão inovadora, vão fazer mutirão de limpeza.
A única coisa que sabem fazer? não há criatividade nessa coordenação?
Já fizeram mutirão de todo jeito, com variadas determinações, mutirão solidário, mutirão de limpeza, mutirão com fofoca saudável, mutirão com força tarefa... E o resultado de tudo isso? Um índice de 5,5%

Cidadão Araguarino disse...

E ai diretores da Saúde, o que vcs vão fazer pra resolver isso?
É verdade o que estão dizendo aqui?
Os supervisores que estão lá são todos concursados ou não?
E as duas supervisoras gerais, não dão conta do trabalho?
Se é verdade por que tiraram os outros supervisores que davam conta e sabiam o serviço?
Ou eles também eram incompetentes?
É verdade o que eles dizem que os casos de dengue de 2010 foram no Brasil todo?
Se for verdade, por que eles foram punidos por algo que não era culpa deles?
E se tiver um novo surto como o que teve em 2010, vcs vão trocar os que estão aí agora?
E se for só em Araguari, que pelo que falam apresenta um índice muito alto de focos, vai ser culpa de quem?
Sabe de uma coisa? Acho que vcs erraram feio quando fizeram as substituições.

Anônimo disse...

contrata funcionários, e os que arruma desculpa que não pode trabalhar na dengue com motivo de doença, o que acontece manda tudo para vigilância sanitária, já esta super lotado, e ainda chega querendo mandar .

Anônimo disse...

Bom mesmo...é você colocar um comentário com seu nome, assume uma coisinha ou outra que fala...e outros anonimos.

Anônimo disse...

e viva os anonimos ...

Anônimo disse...

Pois é enquanto isso os agentes sanitários que pagam o pato, fazem tanto sacrifício, e o que se vê é nada de solução...

Anônimo disse...

E enquanto medidas não são tomadas, o mosquito faz mais vítimas...
Valorize o trabalho do agente sanitário,e não ria enquanto ele estiver falando de suas condições de trabalho, entre outros assuntos...

Agente sanitário que não votará no 15 disse...

Interessante notar que no fim de 2011, em Dezembro sendo mais específico, um senhor veio á óbito suspeito de dengue hemorrágica e a Secretaria de Saúde não notificou ou manifestou-se sobre o assunto. Nota-se também, que os casos suspeitos atualmente não estão sendo divulgados e enquanto isso a coordenadora Melissa está preocupada em perseguir funcionários se o ciclo não forem feitos em tempo hábil. Preocupa-nos, pois percebemos por parte das coordenadoras, uma atenção exclusiva somente à quantidade e não à qualidade do serviço prestado ao cidadão.