terça-feira, 17 de agosto de 2010

Vendem-se Opiniões

Aproveitando o gancho proporcionado pelo belo artigo escrito por Luis Muilla a respeito da imprensa araguarina, quero novamente falar sobre alguns integrantes da banda podre do jornalismo araguarino. O escolhido mais uma vez foi o Correio de Araguari. O motivo da escolha talvez seja a repugnância que me causa ver jornalista vendendo opinião, como se fosse verdura na feira.
Como se sabe, esse jornal vem recebendo consideráveis recursos públicos tanto para pagamento por serviços de publicidade quanto para custeio da aquisição de exemplares (assinatura). Esses fatores, aliados a outros provavelmente de caráter político, criaram uma relação suja entre o "novo modelo de administração" e o jornal.
Em troca desses polpudos recursos recebidos do município, o jornal segue seu caminho de bajulador oficial do governo. As reportagens são quase todas tendenciosas. Mostram somente as boas obras do governo local. Os comentários dos articulistas, então, são exercícios explícitos de servil adoração aos detentores do poder.
Quais os motivos para essa estranha relação?
A base desse parasitismo reside, a meu ver, na afinidade de interesses entre as partes, alguns até criminosos. Com efeito, alguns responsáveis pelo jornal estão intimamente ligados a integrantes do "novo modelo de administração". A origem dessa "amizade" daninha talvez esteja no passado comum que os une. Afinal, vários deles foram condenados a devolver dinheiro recebido indevidamente dos cofres municipais. É o caso, por exemplo, de Joaquim Godoi, Límirio Martins, Marcos Coelho e Silvio Póvoa.
Daí, surge essa relação extremamente suspeita do poder público com um jornal que abriga, em seus quadros, um sonegador de impostos - que só se salvou da condenação criminal por causa da lentidão judicial - e dois condenados por improbidade administrativa e processados penalmente por crimes contra a Administração Pública (surrupio de dinheiro da Câmara de Vereadores de Araguari).
É nesses momentos que, sinceramente, tenho dúvidas se o competente Ronaldo César Borges não teria sido extremamente inocente quando afirmou confiar na honestidade do atual prefeito (Coluna Drops do Gazeta do Triângulo, 07/08/10). Se um agente público pautasse sua conduta na honestidade, não deveria permitir que interesses malcheirosos prevalecessem sobre o interesse público. Afinal, como diz a sabedoria popular, quem convive com porcos acaba comendo farelo.

4 comentários:

Aristeu disse...

Já pensou se meus comentários valessem dinheiro?

eeeeee disse...

Nos ajudam quem puder,estamos na era ditadura....falam de honestidade aonde? esse têm muito processo prefeito e sua turma de porcos comendo farelo e falando farinha,socorro!!!! nos ajudem estamos,Aristeu e outros que comentam aqui,polícia !!!!!!!

Alessandre Campos disse...

A súcia de indignos poltrões, acha que intimida pessoas de bem que trabalham dentro da lei. Não passam de incompetentes que se protegem a sombra de um poder, diga-se de passagem, temporário.

Mas, o lema dos canálias é: "Hoje te persigo, amanhã te bajulo!", depende apenas do valor monetário oferecido para se tornarem subservientes pulhas.

Anônimo disse...

esse asterio mamau nas tetas do governo anterior, agora mama no marcao e vai mamar no proximo tb.