terça-feira, 25 de maio de 2010

Matutando

Perguntar não ofende
Por que construíram um hospital sem fazer a previsão dos gastos que teriam com equipamentos e profissionais de saúde? Alguém tem que pagar por isso...

Filme repetido?!
Em 2004, no governo Alvim, alguns hospitais (Santa Catarina, Santo Antônio e Santa Marta) recebiam (irregularmente) recursos públicos mesmo sem terem firmado contrato com o SUS. Consta que, agora, o Hospital São Sebastião foi adquirido por parentes do atual Prefeito. Será que a história irá se repetir?

Panfletos I
Em depoimento e acareação realizados pela Polícia Civil, o motociclista que supostamente espalhou os panfletos apócrifos pela cidade não reconheceu quem deu a ordem para distribuí-los. Ao que tudo indica, a tarefa de encontrar o(s) responsável(is) não será fácil. Enquanto isso, eleitoreiramente, a turma do Palácio, principal alvo das imputações veiculadas no panfleto, vai escolhendo o "Cristo" que melhor lhe convém.

Panfletos II
Engraçado, toda a imprensa se calou em relação ao conteúdo do panfleto. Tudo bem que a forma usada para veicular as acusações foi condenável, mas, cá entre nós, muitas delas são verdadeiras e de conhecimento público.

Enquete do dia
Quem será o Secretário-garanhão?

5 comentários:

Edilvo Mota disse...

O plano estratégico de gestão do hospital municipal somente foi elaborado em 2007, por uma equipe de 6 profissionais, da qual participei.

Naquele planejamento, provemos tanto a minuta de contratualização da gestão quanto um plano operativo, prevendo metas quantitativas e qualitativas de desempenho; além, é claro, da planilha de custos com pessoal e a projeção dos demais custos (material, medicamentos, etc) e previsão de receita (AHI's).

Lembrando que, naquele período (final de 2007) o município ainda detinha o Alvará Sanitário do hospital municipal, expedido em agosto/2007 pela Secretaria de Estado da Saúde, com validade para 12 meses e, claro, condicionado às adequações indicadas pela equipe técnica da Gerência de Infraestrutura Física, da Vigilância Sanitária da SES-MG.

Entregue ao gestor do município, o planejamento foi solenemente ignorado pelo governo.

Aristeu disse...

Responder também não ofende:

-Um hospital precisa de uns três mandatos pra funcionar: Num mandato constrói-se o prédio, no outro adquire-se os equipamentos e, por último, contrata-se os profissionais. É verdade que enquanto isto ocorre vão-se alguns clientes, mas a lei de licitações também atrapalha muito o bom andamento do serviço.

- E esses bandidos fazem algo novo? Sempre o velho truque.

- Esse motoqueiro é raro, pois trabalhou pra quem não conhece e cumpria bem a missão.

- Imprensa gosta de furos e como a notícia é de conhecimento público não renderia tanto ibope.

- Secretário-Garanhão? Difícil saber especificamente, pois todos são filhos de uma égua.

Anônimo disse...

Em resposta à sua pergunta, veja só a canalhice do Mr. Drops:

PASSANDO A LIMPO
Semana passada, nesse espaço, publicamos versão de uma leitora da coluna, denunciando uma suposta tentativa de constrangê-la, gerando um mal estar no secretariado do governo municipal. A leitora, que se apresentou como vítima de constrangimento por parte de um secretário municipal afirmou à coluna que, na verdade, entendeu mal à presteza do secretário, cujo nome ela preferiu omitir. Diz ela que, analisando profundamente o acontecido, não houve tentativa e sim confusão de sua parte e que não foi abordada de forma constrangedora e nem de outra atitude que deixasse dúvida. Em última análise prevalece, segundo ela, a solicitude e a vontade do servidor de cumprir sua função à frente da importante secretaria. O acontecido serve de exemplo, principalmente à ultrajante tentativa de denegrir a imagem de diversos funcionários de confiança do governo Marcos Coelho, quando, na calada da noite, distribuiu-se panfletos pela cidade, gerando reação imediata da administração municipal, no sentido de identificar o autor da infeliz tentativa. Quem sabe, a ação incisiva do governo seja decisiva para acabar com esse nefasto costume da política local de fazer oposição de maneira rasteira e que em nada contribui para o amadurecimento político de nossa comunidade.

(Publicado na edição de hoje do jornal Gazeta)

Anônimo disse...

O Mr. Drops deve ser o autor dos panfletos distribuídos na madrugada. Seus absurdos de hoje e do passado o credenciam para tanto.

Marcos disse...

Realmente, a postura do colunista da Drops poderia ter sido diferente.
Na primeira coluna, eu até entendi o fato de ele não citar o nome do secretário garanhão nem da vítima. Acredito que, se fosse feita essa referência, a honra do secretário poderia ser abalada talvez injustamente. Igualmente a "vítima" poderia ter a sua vida particular prejudicada.
Já na segunda coluna, quando se esperava que o colunista aprofundasse o assunto, vimos justamente o contrário. Ele, sentindo dúvida acerca da verdade do divulgado ou cedendo a pressões, acabou desdizendo o que divulgara na semana anterior.
Acho que temos de ter um pouco de paciência com alguns colunistas, sobretudo com o Ronaldo, que me parecesse uma pessoa séria. Diversamente, todo castigo será pouco para os colunistas parciais, como alguns que existem na cidade (basta ler as colunas do Correio de Araguari para entender o que estou falando).