quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Patrus Ananias e suas pretensões

Ministro Patrus Ananias se diz "candidatíssimo" ao governo de Minas Gerais


Paula Laboissière

Da Agência Brasil

Em Brasília

O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, afirmou que é “candidatíssimo” ao governo de Minas Gerais. Durante entrevista ao programa 3 a 1, da TV Brasil, ele afirmou que a corrida eleitoral, entretanto, vai depender “da vontade de outros”. O programa vai ao ar hoje (27) às 23h.

“Quero governar Minas Gerais, me sinto preparado para isso, depois de seis anos no ministério. Gostaria de ser governador do meu Estado, mas tenho que ter o apoio do meu partido, resgatar os nossos parceiros, forças políticas e sociais”, disse.

Patrus acrescentou que aposta em uma “aliança séria e ética” com o PMDB, "para que o partido seja tratado no nível que merece”. Sobre a pré-candidatura para o mesmo estado do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel – também petista –, o ministro avalia que o que os separa é a “concepção do partido”.

“Sou militante do PT, acredito no projeto de ser um partido democrático”, disse.

Diante da escolha peemedebista em defender o nome do ministro das Comunicações, Hélio Costa, para o governo de Minas Gerais, Patrus afirmou que “ninguém é dono da verdade ou ganha a eleição sozinho” e que é preciso buscar alianças e “espaço de convergência” no cenário político.

Questionado se abriria mão da candidatura se essa fosse a vontade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro disse apenas que esse pedido não foi feito e que não sabe se será. “Confio na liderança e no discernimento político dele. Estarei onde ele estiver.”

Fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/2010/01/27/ministro-patrus-ananias-se-diz-candidatissimo-ao-governo-de-minas-gerais.jhtm

2 comentários:

Aristeu disse...

Patrus Ananias parece um expressão idiomática em latim de fácil locução em boca de advogado no tribuno.

Wilson José Prado disse...

O PT se divide e divide também a oposição mineira. Brigar com a máquina de Aécio não é fácil